21 fevereiro 2023

A ALIANÇA NO CASAMENTO

 

Qual é o Significado Bíblico da Aliança entre o Casal

 

 

Nos tempos bíblicos anel (vou chama-lo de aliança) representava a assinatura de uma pessoa ou família, conforme os textos bíblicos abaixo:

 

Gen. 41.42  > E Faraó tirou da mão o seu [anel]-sinete e pô-lo na mão de José, vestiu-o de traje de linho fino, e lhe pôs ao pescoço um colar de ouro.

 

Ester 3.10   >  Então o rei tirou do seu dedo o [anel], e o deu a Hamã, filho de Hamedata, o agagita, o inimigo dos judeus; 12 Então foram chamados os secretários do rei no primeiro mês, no dia treze do mesmo e, conforme tudo, quando Hamã ordenou, se escreveu aos sátrapas do rei, e aos governadores que havia sobre todas as províncias, e aos príncipes de todos os povos; a cada província segundo o seu modo de escrever, e a cada povo segundo a sua língua; em nome do rei Assuero se escreveu, e com o [anel] do rei se selou.

 

Daniel 6.17  >  E uma pedra foi trazida e posta sobre a boca da cova; e o rei a selou com o seu [anel] e com o [anel] dos seus grandes, para que no tocante a Daniel nada se mudasse: Lucas 15.22 Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e vesti-lha, e ponde-lhe um [anel] no dedo e alparcas nos pés;

 

 

O anel ou afiança (utilizado na mão esquerda no dedo médio, ao lado do mindinho) representa o compromisso, aliança, contrato, testemunho, etc., de que o seu usuário tem para com outra pessoa, ou até mesmo debaixo de um juramento.

 

Li um artigo a algum tempo, onde um cientista explicava que o dedo onde a aliança é colocada, possui um nervo especifico que em contato com o ouro da aliança, transmite constantemente uma informação ao cérebro para que seu usuário sempre sinta que utilizada um anel e consequentemente o seu compromisso.

 

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Em suma, o uso ou não da afiança no casamento, pode também nada representar se o seu usuário não valoriza o seu testemunho.

 

Em alguns países utilizam apenas um anel, que pode ser de prata, ouro ou até mesmo cobre.

 

Esse pequeno instrumento serve apenas para que o usuário se lembre de que ele fez um voto, juramento, compromisso, etc, diante de Deus, dos homens, anjos, demônios, etc. de que ele é uma pessoa compromissada.

 

USE COM ORGULHO A SUA ALIANÇA, DIGA AO MUNDO QUE VOCÊ TEM UM COMPROMISSO DE AMOR PARA COM A SUA ESPOSA. QUANDO LHE PERGUNTAREM O SOBRE O PORQUE DESSA CAFONICE, DIGA LHES APENAS: SOU CASADO, AMO E SOU AMADO, E ACIMA DE TUDO SOU FELIZ COM QUEM ME CASEI ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE.

 

 

 


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14 fevereiro 2023

MORDOMIA DO CARÁTER

 

O QUE É CARÁTER CRISTÃO?

 

Honestidade não é uma questão de opinião pessoal. É uma questão de caráter.

O caráter justo de Deus, que é implantado no homem pela regeneração evangélica.

O cristão é perfeito na honestidade do seu trabalho, porque este é o seu caráter, a sua forma de ser, um ser continuamente transformado pela renovação do seu entendimento. O que é e o que não é honesto para o mordomo cristão, não é determinado pelas suas conveniências pessoais, mas pela consciência iluminada pela Palavra viva. Ao contrário do ímpio, cujo entendimento ético vai-se deteriorando de degrau em degrau (ele faz hoje com a cara mais lavada tudo aquilo que ontem achava antiético), o cristão está dentro de um processo de aperfeiçoamento continuo da sua mente, até alcançar a desejada paz, que é a harmonia entre a sua fé e o seu proceder. Ações que ele ontem praticava, em dúvida sobre se seriam honestas ou não, hoje lhe dá arrepio só o pensar que as praticou. Nesse processo de santificação, é que ele alcançará a bem-aventurança de não se condenar a si mesmo naquilo que aprova (Romanos 14:22).

O fiel mordomo não precisa pensar duas vezes, para responder a qualquer solicitação para a desonestidade. Sua resposta, haja o que houver. será sempre NAO!

Honestidade não é uma questão de conceito, de boa imagem. É uma questão de caráter. O cristão não está preocupado com "o que é que os outros vão dizer", mas com o que é que Deus diz na sua Palavra. Se a base da honestidade fosse a imagem externa a ser alcançada, nossos padrões éticos seriam determinados pelo mundo que nos cerca. Seríamos o sal tipicamente insípido, a luz tipicamente oculta. Nas ocorrências em que a honestidade visa apenas a manter uma boa imagem, cria-se uma contradição de princípio, ou seja, a busca de uma virtude pela sua negação, pois honestidade é, antes de mais nada, coerência de caráter, consistência moral independente de circunstâncias favoráveis ou não. Essa visão distorcida de honestidade, muito fácil de encontrar em nossa sociedade latino-americana, especialmente nos meios políticos, despenca na direção do cinismo, do hábito de trapacear com habilidade para que ninguém fique sabendo. Para muitas pessoas, desonesto é o homem que não tem um bom contabilista para camuflar seus deslizes. Escusa-se a desonestidade com o eufemismo (?) da esperteza. Todavia, mesmo que viva em uma sociedade assim deformada em sua conceituação ética, o cristão buscará ser honesto em todo o seu comportamento, devido à natureza do seu caráter; devido ao seu entendimento de Deus, e não para resguardar o seu conceito e para alimentar seu orgulho pessoal.

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Honestidade não é uma questão de cultura. E uma questão de caráter. Do caráter de Deus impresso no cristão pela regeneração.

 

O evangelho expurga das culturas humanas, aquilo que elas têm de nocivo ao ser humano, para que ele possa desfrutar a vida em sua plenitude. Mentir, defraudar, trair, trapacear, podem ser práticas aceitas e até elogiadas por uma determinada sociedade, mas essas práticas lesam a alma, deterioram o relacionamento humano, depravam a natureza e causam infelicidade. É preciso que os cristãos vivam, neste presente século, sábia, justa e piamente (Tito 2:11-14):

"Porque a graça de Deus se há manifestado trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos, para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós, para nos remir de toda a iniquidade e purificar para si um povo todo seu , zeloso de boas obras."

A atitude do cristão que esteja vivendo dentro de uma sociedade a ética deve ser: 12) Não se conformar com a desonestidade no seu próprio caráter. Vigiar-se a si mesmo, para não aceitar qualquer grau de deterioração dos seus conceitos éticos. 22) Aprimorar o seu comportamento ético, dentro dos princípios do Evangelho. Crescer na graça e no conhecimento de Cristo. 8 Amadurecer, de estatura em estatura, até a estatura de varão perfeito, segundo a imagem de Cristo. 932) Proclamar o Evangelho pela palavra, como o está proclamando pela vida, a fim de transformar a sociedade em que vive. É nesse processo de transformação, mais do que em qualquer outro trabalho, que o cristão vai se sentir cooperador de Deus na criação de um novo mundo.10 42) Contribuir, lutando com armas de justiça, para a implantação de uma sociedade justa. Nesse particular, têm grande responsabilidade os educadores cristãos, os legisladores e todos os que trabalham em atividades públicas, as mães e pais cristãos, e todos os que possam exercer qualquer influência na sociedade.

Honestidade também não é questão de disciplina eclesiástica. E uma questão de caráter. Não é por medo das sanções disciplinares da igreja, que podem significar humilhações e descrédito até por motivo de vingança, inveja ou partidarismo, mas por causa da sua consciência diante de Deus, que o cristão anda honestamente. A vontade de Deus é o seu motivo. A aprovação de Deus é a sua recompensa. A glória de Deus é o seu alvo. O cristão é honesto em suas orações, como o publicano que desceu justificado. P. honesto em seus cânticos, cantando aquilo que realmente vive. Podemos cantar com a boca: " A ti seja consagrada minha vida, ó meu Senhor", sem que essas palavras reflitam um desejo sincero? Podemos cantar "Minha prata e ouro toma, nada quero te esconder", e sonegar os nossos dízimos? Podemos estar ajoelhados fisicamente, mas espiritualmente cheios de orgulho? Veja que corremos o perigo de sermos desonestos até em nossa adoração.

 

E se formos insinceros em nosso culto a Deus na igreja, como esperar que estejamos sendo honestos em nosso trabalho diário?

A honestidade como virtude intrínseca da sua nova natureza, deve conduzir o cristão na escolha, aprimoramento e prática da sua vocação profissional. O trabalho é para trazer satisfação, bem-estar, para ser uma forma de culto ao Criador, mas isso só será possível dentro dos critérios éticos compatíveis com a moral de Jesus Cristo.

O comerciante cristão não pode mentir nos seus pesos e medidas, nem na qualidade dos seus produtos; não pode ser injusto nos preços nem adulterar a composição das suas mercadorias. Sua palavra será digna de crédito. Seus empregados terão remuneração justa. Ele tem o dever de prosperar, mas a sua prosperidade não será alcançada à custa de sonegação de impostos, nem com a comercialização de produtos cuja utilização seja contrária aos princípios cristãos.

O operário cristão deve corresponder, com a produção do seu trabalho, ao salário que recebe. Ele é pontual, assíduo e diligente no desempenho de suas funções, porque não está procurando agradar aos homens, mas, "como servo de Cristo, faz, de coração, a vontade de Deus" (Efésios 6:6). A insatisfação dos trabalhadores, tão explorada pelos políticos sem compromissos éticos, tem menos a ver com salários injustos e más condições de trabalho, do que com a frustração do trabalhador consigo mesmo, diante da falta de um objetivo transcendente para a sua vocação. A falta de satisfação no trabalho resulta em conflitos pessoais, desajustamentos familiares, crises no convívio social, ansiedade, acidentes, doenças diversas. Por isso, é preciso resgatar o verdadeiro sentido do trabalho como culto a Deus, e somente os cristãos com um profundo senso de mordomia poderão fazê-lo.

O trabalhador cristão não é um alienado nem um conformado, diante das reivindicações do seu grupo social. Ele não se omite dos movimentos sindicais, mas os seus critérios de avaliação não são ditados pelo egoísmo, nem de indivíduos, nem de classes. Ele visa ao favorecimento do seu próximo, antes do seu favorecimento pessoal. Ele recebeu um chamado de Deus para ser justo e perfeito em sua conduta moral, ainda que o testemunho da sua fé posta em prática, possa custar-lhe sofrimento e até a morte (1 Pedro 2:18-20). No seu sentido mais profundo, a honestidade do trabalhador cristão exigirá dele uma confissão aberta da sua fé e uma ação dinâmica na construção de uma sociedade justa com as armas da sua milícia. É óbvio que não se podem alcançar os objetivos do Reino da Luz, I com o uso das armas do reino das trevas.

O empresário cristão põe em prática na agricultura, no comércio,  na indústria e em qualquer outro ramo de atividade econômica, i os princípios éticos resultantes da sua fé. Ele sabe que a terra é , uma dádiva de Deus. Seja ela uma posse recebida do poder público, seja uma herança, seja uma aquisição, não importa: a terra é uma dádiva de Deus, e seu produto deve ser desfrutado por todos. 11 As máquinas da sua indústria trabalham para o Senhor que move a energia do sol, dos ventos, das águas e dos átomos. As pessoas que vão utilizar os bens produzidos pelas suas máquinas, são seres humanos dignos de respeito e merecedores do bem-estar , do conforto, da instrução, da nutrição, do abrigo, da segurança, da saúde, da higiene que os seus produtos vão proporcionar. O comerciante cristão sabe que do outro lado do balcão da sua loja estão seres humanos que têm uma alma, um destino eterno; são seres amados por Deus, que não podem ser manipulados por uma publicidade mentirosa. 12 O empresário cristão tem a responsabilidade de prosperar, mas a sua maior ambição não é a riqueza que ele possa acumular ainda que honestamente, mas o bem-estar , e acima de tudo, a salvação do seu próximo. O Reino de Deus é o alvo da sua prosperidade, e os pobres se alegram com os frutos da sua generosidade.

 

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