Sabendo,
contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé
Hugh
Latimer sustenta: Precisamos ser feitos bons antes de poder fazer o bem;
precisamos ser feitos justos antes que nossas obras possam agradar a Deus ?
somente depois de sermos justificados pela fé em Cristo é que as boas obras
vêm. A Bíblia mostra que o ser humano no pecado, de fato, não é bom. Isso é uma
abordagem muito radical, mas é absolutamente verdadeira. Respondeu-lhe Jesus:
Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus. Lucas 18:19.
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Segundo
Jesus, o ser bom é um atributo exclusivo de Deus. A bondade humana é apenas um
jogo fascinante de interesses pretensiosos. No humanismo há uma forte pretensão
de extrair a bondade real de um ser efetivamente egoísta, por isso, a conduta
aparentemente bondosa se manifesta sempre repleta de conveniências insinuantes.
Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto
mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem. Mateus
7:11.
Uma
pessoa má pode agir com uma suposta bondade, visivelmente proveitosa, pois na
apuração desse negócio sempre vigora uma certa troca que exige alguma
restituição. A bondade humana reclama qualquer recompensa, por mais dissimulada
que pareça. Mesmo a abnegação dos pais sofre de um achaque contaminado com um
certo vírus de compensação. Contudo, é impossível um ser substancialmente bom
ocasionar frutos maus, nem um ser essencialmente mau produzir frutos bons. Não
pode a árvore boa produzir frutos maus, nem a árvore má produzir frutos bons.
Mateus 7:18.
Precisamos
ser feitos bons antes de poder fazer o bem; precisamos ser feitos justos antes
que nossas obras possam agradar a Deus. Não há outro meio capaz de resolver
esse assunto, senão a transformação radical realizada, em nosso favor, através
de Cristo Jesus. Só Cristo pode converter uma pessoa ímpia numa pessoa
justificada, e só ele pode fazê-la produtiva do que é efetivamente bom. Ou
fazei a árvore boa e seu fruto bom, ou a árvore má e o seu fruto mau; porque
pelo fruto se conhece a árvore. Mateus 12:33.
O
velho homem, contaminado pelo pecado, não realiza nenhuma boa obra, ainda que
realize muitas obras, de justiça própria, providas de valor humano. Todas as
obras efetuads por uma pessoa não regenerada, mesmo que sejam moramente
corretas, são, do ponto de vista bíblico, inerentemente egoístas e
particularmente malignas. Todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não
há quem faça o bem, não há nenhum sequer. Romanos 3:12.
Antes
de alguém se tornar um praticante das boas obras precisa ser justificado pela
graça
Ninguém
é justificado nesse mundo pelas suas boas obras tão alegadas; Deus, contudo,
justifica o pecador infame através da justiça de Cristo imputada a ele
graciosamente. Sendo assim, a justificação cristã nunca resulta das obras de
justiça própria praticadas pelo pecador, mas ela sempre resulta nas boas obras
que Deus preparou para que os justificados pela fé as pratiquem. Pois somos
feitura dele, criados
O
Cristianismo é a única opção espiritual nesse mundo, em que a salvação é
outorgada graciosamente, sem levar em conta o menor requisito positivo da
pessoa que está sendo salva. Qualquer tentativa de arranjar uma justificativa,
para fazer a justificação depender das obras de justiça praticadas por nós, é
roubar da graça de Deus a sua gratuidade, e acrescentar nossos merecimentos à
graça salvadora. Não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua
misericórdia, ele nos salvou... Não segundo as nossas obras, mas conforme a sua
própria determinação e graça que nos foi dada
Nenhum
pecador foi salvo pela prática das obras de justiça, mas todos os salvos pela
graça são praticantes das boas obras. Deus justifica graciosamente o pecador
através da obra suficiente de Cristo, para que os justificados pela graça sejam
diligentes na prática das boas obras que Deus preparou para que andássemos
nelas. (Jesus Cristo) a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniquidade,
e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras.
Tito 2:14.
A
justificação é aquilo que Deus faz por nós, mediante a obra perfeita de Cristo
realizada na cruz, para nos isentar de toda condenação do pecado, imputando a
sua justiça graciosamente ao pecador; enquanto a santificação é aquilo que Deus
faz em nós, isto é, nas novas criaturas, através da vida de Cristo implantada
em nosso ser, a fim de produzir frutos de boas obras que glorifiquem a Ele
mesmo. Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para vejam as vossas
boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus. Mateus 5:16.
Só
os filhos de Deus, ou sejam, as novas criaturas, conseguem produzir os frutos
das boas obras, uma vez que somente os regenerados pela graça em Cristo são
expressões vivas da vida de Deus agindo no seu interior. Só Deus é bom e
exclusivo na realização das boas obras. Todas as obras do homem natural não
podem ser consideradas boas obras, pois são realizadas pela energia vaidosa de
um indivíduo autocentrado. As obras da velha criatura até podem ser nobres e
honestas no entendimento humanista, porém nunca devem ser estimadas como uma
boa obra na acepção teológica. O homem de Deus seja perfeito e perfeitamente
habilitado para toda boa obra. 2 Timóteo 3:17.
A
justiça de Cristo torna o mais torpe dos pecadores perfeitamente justificado de
todos os seus pecados, e a bondade de Deus faz com que os justificados pela
graça executem graciosamente, pela ação do Espírito Santo, as boas obras que
Deus preparou para que eles as realizassem. O efeito da justiça de Cristo na
vida dos regenerados é o cultivo das boas obras em que apenas Deus deve ser
glorificado. ...Observando as vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da
visitação. 1 Pedro 2:12b.
Tudo
o que Deus proporciona para a salvação plena da velha criatura é mediante a
obra finalizada por Cristo. Tudo o que Deus realiza por meio da nova criatura,
ocorre por intermédio do Espírito Santo ao externar o poder da vida Cristo no
seu interior. Só a justiça de Cristo Jesus assegura a justificação do pecador.
Só a vida de Jesus Cristo repleta de bondade pode se responsabilizar pela
frutificação das boas obras. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo,
se não permanecer na videira; assim nem vós o podeis dar, se não permanecerdes
Nenhuma
pessoa pode atestar a sua salvação argumentando em favor de sua eficiência
pessoal, pois tudo o que a nova criatura é, depende da abastança de Cristo, e
tudo que ela faz, decorre do poder soberano, manifesto pela graça de Deus. A
vida produtiva da nova criatura é o resultado de sua dependência permanente na
suficiência do Senhor Jesus Cristo, justificando o réu do pecado e qualificando
os salvos a frutificar as boas obras que Deus gera em seus corações. Eu sou a
videira, vós os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto;
porque sem mim nada podeis fazer. João 15:5.
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